Os três maiores erros do e-commerce no Facebook

Apesar de o Facebook contar com bilhões de usuários, muitos deles ainda não se sentem encantados pela rede social quando se trata de comércio eletrônico.

 

Cerca de 54% das pessoas que participaram de uma pesquisa da AP-CNBC disseram que não se sentem seguras utilizando o site para adquirir bens ou realizar transações financeiras.

Diante do dado, o Entrepreneur fez uma relação dos TRÊS MAIORES ERROS do comércio eletrônico no Facebook para que você não espante os fregueses:

 

1. Dificultar a compra

 

Transações realizadas diretamente no Facebook podem ser surpreendentemente pesadas para os clientes. Para navegar ou comprar qualquer coisa em uma loja na rede social, os clientes geralmente tem que primeiro instalar um aplicativo de carrinho de compras, tais como Payvment, que por sua vez tem que ser conectado a um cartão de crédito ou conta PayPal.

 

Ao invés de reinventar a roda com uma loja online no Facebook, tente usar a fanpage como um meio apenas de converter fãs em clientes potenciais. A partir do carrinho de compras, redirecione os usuários para um site completo de e-commerce. Boas plataformas para montar sua loja virtual são o Volusion ou o Big Commerce.

 

2. Marketing para qualquer um

 

O Facebook oferece um número notável de formas de atingir usuários específicos de acordo com o local em que eles trabalham, seus gostos e seus amigos. O problema é que se o grupo que você está vendendo cresce, também aumentam suas despesas.

O truque é manter as coisas pequenas e gerenciar informações sociais de forma estratégica. Use a função de publicidade como se fosse um “arremate final” para o seu público específico. Traduzindo, é utilizar a publicidade como um bisturi e não como um machado.

 

Campanhas de marketing, mesmo que excessivamente simples, comem o orçamento com uma rapidez impressionante.

 

3. Tornar a compra uma atividade social

 

Muitas vezes as configurações de privacidade precisam ser ajustadas para garantir que o Facebook não compartilhe atualizações indesejadas sobre os seus clientes. A maioria deles não quer que todos saibam onde eles estão comprando e o que irão comprar.

 

A consequência é que o cliente acabará culpando a loja por não conseguir manter suas informações privadas e claro, provavelmente não irá repetir a compra.

 

Por fim, o maior poder do Facebook é a capacidade de conectar as marcas com os seus clientes. Mais do que vendas online, a sua principal preocupação deve ser em certificar-se de que a sua página está configurada para gerenciar preocupações, dúvidas e problemas dos seus clientes.

 

Gestão ativa é fundamental. Ouvir o cliente e “esquecer” não funciona off-line, e não vai funcionar no Facebook também.

 

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Informativo interno: um diferencial competitivo

Enquanto que a maioria das empresas se preocupa com as estratégias de marketing para fidelizar clientes, uma grande parte delas também dá pouca ou nenhuma atenção para uma ferramenta poderosa para aumentar a competitividade: o endomarketing.

 

E um instrumento simples, mas que faz com que a comunicação em todos os níveis seja clara e objetiva, é o informativo interno. Informações sempre circulam, mas é preciso que circulem adequadamente e a favor de melhorias contínuas na empresa.

 

A Seven Boys, por exemplo, conta com o informativo Seven News para se comunicar com cerca de 1600 funcionários diretos. São duas unidades fabris e 14 filiais espalhadas pelo país.

Com um número tão grande de colaboradores, a implantação de um canal de informação satisfatório – como informativos internos, painel de notícias, etc. – estabelece um relacionamento de parceria e de produtividade e por consequência acarreta a diminuição significativa de imagens associadas à marca de forma equivocada.

 

Já na Magazine Luiza, para ficar mais próxima dos seus colaboradores a sua principal executiva, Luiza Trajano, manda sua mensagem aos funcionários através de uma TV corporativa, a TV Luiza.

E na Fiat, que tem quase 15 mil empregados, o desafio é atender pessoas de diversas cidades, culturas e histórias. A comunicação interna da empresa tem como responsabilidade criar uma identidade que unifique essas pessoas, ligando-as pelo ambiente de trabalho.

Por isso a empresa mantém duas publicações internas: a “Fala Fiat”, onde o público atingido pertence à área industrial da fábrica, e a “Fiat News”, dirigida aos colaboradores administrativos.

 

A estratégia chave é cuidar para que os funcionários acreditem na qualidade do que produzem e saibam seu real papel na produção dos mesmos.

 

E você, já pensou como está a relação da sua empresa com seus colaboradores e o que pode ser feito para melhorá-la?

 

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Marcas brasileiras são as que mais crescem no Facebook

Uma pesquisa bem interessante da Socialbakers analisou os esforços das marcas para atingir usuários no Facebook. Até aí nada demais.

 

O legal deste estudo é que, finalmente, alguém percebeu que nem só de EUA é feito o mundo, e eis que o levantamento observou também o impacto das marcas entre os 83% dos usuários que vivem em outros países.

 

E o resultado repercutiu aqui do nosso lado: segundo dados da empresa, 5 das 10 páginas de marcas que mais cresceram em termos de Likes, de janeiro de 2011 a abril de 2012, são brasileiras.

Como muito já se falou, somos o segundo país mais presente na rede social: são 43,6 milhões de usuários brasileiros ativos, o que corresponde a pouco mais de 23% da população do país.

 

Confira no gráfico abaixo as marcas mais influentes nos outros nove países com maior percentual de usuários no Facebook:

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