Criador, multiplicador, passivo: qual o perfil dos seu fãs?

O internauta presente nas redes sociais não é homogêneo. Ele pode – e deve – ser segmentado em categorias de acordo com as atividades que desempenha.

 

Para categorizar estes consumidores, a pesquisaProdução e difusão da mídia social entre Brasileiros, realizada pela empresa eC Metrics, definiu três perfis: criadores, multiplicadores ou passivos.

 

Estar atento a esta diferenciação é importante para que as marcas possam desenvolver ações específicas de acordo com os seus objetivos.

 

O estudo observou que a maior parte dos usuários das redes sociais no Brasil pode ser classificada como Passivos (72%), aqueles que não criam nem compartilham conteúdos sobre marcas, no entanto, leem, coletam e guardam as informações disponíveis nas páginas.

Os Multiplicadores respondem por 23% dos usuários e são aquelas pessoas que recebem as informações e as passam adiante. Eles comentam aquilo que veem e compartilham para os amigos. São importantes para marcas que querem espalhar conteúdo.

Em menor índice aparecem os Criadores, que respondem por 5% do total e são aquelas pessoas que produzem materiais sobre as marcas, empresas, produtos e serviços nas redes sociais. Estes usuários são importantes para as empresas que pretendem ter os seus produtos avaliados pelos consumidores e melhorados.

A análise mostra que a subjetividade é a forma mais importante de engajar os consumidores, no entanto, aponta que o conteúdo disponibilizado pelas empresas ainda é pouco segmentado ou personalizado.

 

Entre os fatores subjetivos que fazem com que os usuários das redes sigam as marcas estão compartilhar a apreciação com outras pessoas (31%) e estar associados com algo que consideram legal (31%).

 

A busca de conhecimento também é um ponto importante. A análise destaca que 29% buscam aprender mais a respeito das empresas e obter conhecimento sobre os produtos.

 

Entre os fatores sociais e lúdicos, os entrevistados responderam que procuram fazer parte de uma comunidade com a mesma opinião (20%) e defender uma causa (18%).

 

*Com informações da Revista Exame.

 

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