Interação nas redes sociais tem limite?
Se você reparar no nome, já vai conseguir ter a ideia óbvia: redes sociais são para socializar, correto? Mas nem sempre essa ‘socialização’ precisa ser bilateral, pelo menos no que diz respeito a interação.
Assim como no mundo offline, nem sempre precisamos falar sobre o que observamos. Como bons espectadores, podemos somente ficar atentos àquilo que nos cerca e assim, tirar melhor proveito e absorver novas ideias e conceitos.
Pois isso é o que está mostrando ser a nova tendência nas redes sociais nos Estados Unidos, principalmente com Facebook e Twitter. O relatório Adoção de Mídia Social da Forrester Research, mostra que os usuários estão interagindo cada vez menos.
A tal “saturação social” de pessoas que viram verdadeiros escravos de seus logins compartilhando e comentando tudo constantemente está dando lugar ao perfil de espectador. Confira os números:
- 1/3 dos americanos e europeus atualiza seus perfis nas redes;
- 2/3 dos brasileiros atualizam os perfis semanalmente. Em centros urbanos, este número sobe para 3/4!
Para o mundo corporativo, estes dados mostram o desafio: como continuar chamando a atenção de seu público, senão interagindo com ele? A resposta é simples: você vai continuar interagindo! Eles, porém, estarão observando, e aí é que vem de novo, a história do peixe que vamos continuar vendendo: conteúdo.
Ler, assistir, ouvir, não significa não-interagir, e sim, dar outra dimensão e importância ao que sua marca está dizendo, portanto, saiba sempre o que e como dizer. O conteúdo é o marketing mais eficaz e não precisa de eco.
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