O Twitter e o Médico: dicas para profissionais de saúde

A proposta de incluir mais uma ferramenta na atribulada rotina médica pode soar descabida. Mas não estar nas redes sociais hoje em dia pode significar a perda de um canal de contato com os pacientes em um futuro próximo. Afinal de contas, estar nas redes sociais é acompanhas o fluxo do mundo atual.

 

Por outro lado, o ingresso no Twitter deve ser uma decisão bem pensada pelo profissional, pois a ferramenta cria uma espécie de conversa com o público final que não pode ser negligenciada.

A conversa aproxima, cria empatia. Entretanto, não responder às pessoas é um erro grave. Exatamente por isso, o médico precisa dedicar certo tempo para entender o modo de funcionamento do Twitter e escolher o modo de se expressar em 140 caracteres.

 

Se o profissional considerar difícil tornar o uso do Twitter um hábito, ele pode recorrer à profissionalização da produção de conteúdo. Não é fácil ser relevante o tempo todo, e empresas especializadas podem ajudar o médico neste ponto. Não deixe também de considerar algumas regras de etiqueta na rede social.

 

Por fim, para ajudar você a dar os primeiros passos, relacionamos alguns drops elaborados pelo nosso CEO, Rafael Terra. As dicas valem tanto para o profissional que está se firmando no mercado como para aquele que já tem um nome estabelecido. Confira:

 

 

1) Seja relevante: Esta é a principal etiqueta do Twitter. Estar por estar na rede não agrega nada a ninguém, muito menos ao paciente. É preciso ser útil na vida do paciente. É isso que fará com que ele siga você;

 

 

2) Tuíte com frequência: Tuitar uma vez por semana ou, pior, uma vez por mês é erro grave. Ao abrir uma conta no Twitter saiba: é preciso ter regularidade nas postagens. Os tuites aparecem na timeline, em média, 25 minutos. É preciso tuitar com frequência para chegar ao leitor;

 

 

3) Responda às pessoas: Ao entrar no Twitter você está entrando numa grande conversa, não fuja dela;

 

 

4) Saiba usar a linguagem da plataforma: O médico precisa saber o que significa um “RT” (retuíte, quando você apenas repercutiu para sua lista de contatos um link ou um comentário feito por outra pessoa que você segue), o que é uma “#hashtag” (símbolo usado para identificar um assunto e facilitar a busca por informações no Twitter, semelhante às palavras-chave dos artigos científicos), e como encurtar um link (sites como migre.me fazem isso, basta colocar o link lá e copiar no tuíte). Não encurtar link mostra desleixo.

 

 

5) Tenha apenas uma conta de Twitter pessoal: Um médico de sucesso é uma marca. Por isso é recomendável que o médico tenha um perfil só;

 

 

6) Tome cuidado com o que você fala: Um médico, que tem uma reputação a zelar, deve ter atenção redobrada ao tuítar comentários que fujam do escopo científico ou sejam polêmicos. Não se deve misturar opiniões totalmente pessoais, como discutir futebol, com dicas de saúde. É bom que o médico tenha em mente sempre esta balança entre vida profissional. O paciente pode ser de um time diferente do seu e não gostar do comentário.

 

 

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