Rede Social: o lugar preferido para discutir política!

As redes sociais são os meios de comunicação mais adequados para discutir política!

 

É isso mesmo, embora você possa até não gostar de propaganda eleitoral no seu Twitter ou no seu perfil do Facebook, a verdade é que para 85% das pessoas que responderam à pesquisa da eCRM123, rede social é sim lugar de política.

 

Além disso, o Facebook é apontado como o lugar preferido para trocar ideias sobre o assunto por 40% dos entrevistados. Outros 37% acreditam que todas as redes são eficientes, enquanto 11% preferem o Twitter.

Quem está conectado também avalia que a campanha funciona melhor nas redes sociais, por serem mais interativas e abertas, do que na TV. Hoje, no entanto, o horário eleitoral gratuito ainda é considerado uma das principais armas dos marqueteiros na corrida eleitoral, recebendo a maior fatia dos recursos das campanhas.

 

Questionados sobre os assuntos que gostariam de discutir nas redes sociais, 49% dos internautas brasileiros optaram pelo plano de mandato, 26% por temas relacionados à corrupção, 14% se interessam por esclarecimentos de boatos, 7% preferem discutir sobre outros assuntos e apenas 4% se interessam em falar sobre CPI.

Outro aspecto levantado é que 86% dos eleitores gostariam de continuar interagindo com seus candidatos nas redes sociais mesmo após as eleições. Dos entrevistados, 89% acreditam que prefeituras e governos estaduais deveriam utilizar mais as diversas redes sociais para discutir política com a população.

A pesquisa identificou ainda que 36% dos respondentes acreditam que seus candidatos não são “interativos” nas redes sociais. O motivo seria porque eles não sabem como utilizá-las corretamente. De acordo com o estudo, 43% afirmam ter deixado de curtir, e, portanto, de receber atualizações diretamente da fanpage de seu candidato, por esse motivo.

Para o CEO da empresa que realizou a pesquisa, José Jarbas, melhorar a interatividade entre o candidato nas redes sociais e os eleitores é o grande desafio hoje.

 

“Existe uma perda grande de seguidores (potenciais eleitores) em virtude do mau uso das redes”, afirma. Jarbas explica ainda que planejar o conteúdo a ser enviado como resposta para perguntas feitas pela internet é vital, pois o que se nota é um conteúdo geralmente fraco e frustrante”.

 

A pesquisa apontou, por exemplo, que dos 45% que já enviaram perguntas a políticos, somente 27% gostaram das respostas que receberam.

 

*** Com informações do Estadão.

 

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