O aplicativo Viddy, que completou um ano no mês passado, acaba de atingir a marca de 26 milhões de usuários. Embora não seja muito conhecido no Brasil, a estimativa é que o número cresça ainda mais nos próximos meses.
Segundo o Wall Street Journal, atualmente o Viddy consegue um milhão de novos cadastros por dia, o que é um forte sinal de que a próxima tendência em aplicativos sociais esteja focada no compartilhamento de vídeos pessoais.
Semelhante ao Instagram, o aplicativo permite o uso de filtros e efeitos em vídeos capturados pelo iPhone. Mas, se o Viddy é apenas um “Instagram para vídeos”, qual o motivo para tanto barulho? Bem, vamos por partes.
Primeiro, o aplicativo passou em menos de um mês de 6,5 milhões para 26 milhões de usuários, sendo que o próprio Mark Zuckerberg se juntou ao Viddy para ver o que ele tinha de hype.
Outro dado interessante é que o aplicativo evitou cair no mesmo erro do Socialcam, apontado como irritante por adotar práticas semelhantes às do Facebook.
Parte do interesse pelo Viddy é também decorrente da sua lista de usuários-celebridade e investidores: Shakira, Jay-Z, Will Smith e Snoop Dogg.
Mas o mais legal é que o aplicativo busca ser atraente para todos, não importa quais sejam os seus interesses. Ao invés de se tornar um produto de nicho, como uma plataforma para fãs de rappers por exemplo, o Viddy busca atender a todos os gostos e por isso está atraindo pessoas de todos os segmentos do gênero entretenimento.
Por fim, a empresa diz que o seu nome está começando a se tornar uma expressão popular. As pessoas já estariam usando o termo “postar um Viddy” ao invés de “postar um vídeo no Viddy”. Sabemos a relevância disso a partir do Google que virou sinônimo para busca com a popularização mundial do termo googlear.
Sucesso lá fora, a dúvida que fica por aqui é se o Viddy vai conseguir ultrapassar a barreira da lenta (e cara) banda larga brasileira.
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